Paternidade

Investigação de Paternidade: Métodos e como funciona um exame de DNA?

As discussões sobre a questão da paternidade alcançam a casa de centenas de milhares em todo Brasil. Muitos supostos pais e supostos filhos, inseguros de suas situações parentais, recorrem a calculadoras de paternidade que através de cruzamentos de características físicas e principalmente de tipos sanguíneos (ABO-Rh) dos envolvidos, podem oferecer indícios sobre a relação biológica entre indivíduos. Porém, embora o ABO-Rh possa em alguns casos excluir a possibilidade de paternidade, não é possível comprovar uma paternidade através dessa simples análise. Por exemplo: Se os supostos pai e mãe possuem sangue dos tipos “O” e “B”, os filhos somente podem ter sangue também do tipo “O” ou “B”, porém, possuindo eles sangue do tipo “O” ou “B” não há nenhuma garantia de que sejam mesmo herdeiros biológicos dos supostos pai e mãe. Veja abaixo uma tabela apresentando os tipos sanguíneos possivelmente resultantes através do cruzamento do ABO dos pais.

tabela de ABO-Rh

De fato, a única forma certeira de se definir uma paternidade ou maternidade é através de exames de DNA, que proporcionam um nível de acerto de 99,99%. Mas antes de entender como é feita esta pesquisa, vamos entender do que se trata essa famosa sigla “DNA”.

Investigação de paternidade por DNA

Cadeia de DNADNA refere-se à ácido desoxirrobonucleico que são substâncias orgânicas presentes dentro e fora de nossas células que possuem a função de carregar todas as nossas características, coordenando o funcionamento e desenvolvimento de nosso organismo, além de transmitirem nossa herança genética aos nossos filhos. Nosso DNA é formado por metade da genética de nossa mãe e por metade dos genes de nosso pai. A não ser nos casos de gêmeos univitelinos, cada indivíduo possui seu próprio código genético, tornando-nos absolutamente únicos no mundo. Assim como cada pessoa possui uma exclusiva impressão digital, também possui uma exclusiva impressão genética.

A partir dessa explicação conceitual do DNA fica mais claro entender como é feita a pesquisa de DNA para investigação de paternidade: através de amostras sanguíneas, saliva ou pêlo, podem-se extrair cadeias de DNA de ambos os indivíduos, submetendo-as a equipamentos de alta tecnologia que, através de sondas especiais, decifram seus códigos genéticos. Por fim, através da leitura e cruzamento desses códigos, identifica-se a presença ou não de uma herança genética entre as duas amostras investigadas, confirmando-se com absoluta assertividade a existência ou não da paternidade.

Muitas pessoas inseguras ou ansiosas pela verdade sobre suas relações biológicas com pais ou filhos, tem buscado serviços laboratoriais que executem a investigação de paternidade por DNA. O e-DNA, serviço oferecido pelo Laboratório Tommasi oferece tal serviço com sigilo absoluto, com toda compra feita pela internet, enviando os kits para auto coleta das amostras em casa. Após reenviados das amostras para o laboratório via correios, executa todos os procedimentos laboratoriais de analise e investigação da paternidade ou maternidade, disponibilizando o resultado online.

 

Exame de HIV – Saiba mais

Já conhecemos que, segundo a Portaria 151, exames de HIV poderão ser colhidos em papel filtro e enviados por correio. O que iremos saber mais, será sobre o tempo que se deve esperar para poder fazer o exame de HIV após uma relação sexual ou situação de risco e sobre a janela imunológica.

O período em que o resultado dos exames que pesquisam o vírus HIV (no caso, a pesquisa é por anticorpos contra o vírus) podem não ser positivos mesmo na presença do vírus é denominada janela imunológica. Neste período não existem anticorpos para que o exame de HIV possa detectar. O espaço de tempo entre a infecção pelo vírus HIV e a detecção dos anticorpos no soro do paciente podem variar para cada indivíduo. Há casos do vírus se manifestar após vários anos, onde surge a Síndrome (AIDS), propriamente dita.

Para a detecção de anticorpos, ou seja, a janela imunológica, o tempo total é a soma do “período de eclipse” (sete dias) e do período de detecção de anticorpos anti-HIV da classe IgM (22 dias). Resumindo, uma média de 29 dias, já que 90% das infecções são detectadas nesse período.

Caso um teste de HIV seja feito durante o período da chamada “janela imunológica“, existe uma grande possibilidade de sair um resultado “falso-negativo”, caso a pessoa esteja infectada pelo vírus. Deste modo, seria necessário realizar um novo teste em torno de dois meses, como “contra-prova”, pois como visto anteriormente em 29 dias 90% soroconvertem e com 45 dias 99,99% sofrem a viragem sorológica se a pessoa estiver realmente infectada.

O Ministério da Saúde aconselha que o teste anti-HIV seja realizado 60 dias depois de uma provável infecção ou situação de risco.

“Sou usuário de drogas e preciso fazer o Exame de DNA. Isso atrapalharia?”

A resposta a esta pergunta seria não.
Mesmo usando diversos tipos de psicotrópicos, tais substâncias não alteram a composição do DNA, o que não afetará em sua análise. Portanto, mesmo que esteja usando drogas ou já esteja em fase de desintoxicação, isso não afetará o resultado do Exame de DNA.

Você, ainda, poderá solicitar o material e realizar seu Teste de Paternidade (com o exame de DNA) totalmente em sigilo e com extrema facilidade.

Para mais informações, basta entrar no site do e-DNA.

Exame de DNA pela saliva é confiável?

Sim. A saliva pode ser utilizada como fonte eficiente de DNA para técnicas de identificação de paternidade, tendo a mesma eficiência de um teste com amostras de sangue, as quais são aceitas como prova legal de paternidade. Esse material pode ser coletado de maneira indolor e não invasiva e utilizado mesmo quando armazenado por um determinado período. Entretanto, o quanto antes o material coletado for submetido ao teste mais preciso será o resultado do exame.

A coleta de células bucais para o teste de DNA é muito simples:

Ao solicitar um exame de DNA online, através do nosso site, você receberá um Kit. Neste, existirá uma haste, bastante parecida com um cotonete no qual você coletará saliva e resíduos celulares de dentro da sua boca. Após esta coleta, o material deverá ser enviado ao Laboratório E-DNA, onde será realizado todo o teste.

Sempre lembrando que todo o procedimento do exame de DNA online é mantido em absoluto sigilo e em total segurança para você.

Saiba mais sobre teste de DNA online.

Transfusão sanguínea altera o resultado de um exame de DNA?

Caso uma pessoa que deseja fazer um exame de DNA tenha realizado uma transfusão de sangue nos últimos 90 dias, esta precisa tomar alguns cuidados especiais. Tal situação sempre deve ser mencionada nas declarações padronizadas, que devem ser fornecidas pelo laboratório que fará a coleta, devendo ser preenchidas pelas partes neste ato. Porém, caso haja omissão desta informação, o exame de DNA detectará a presença do componente genético de dois indivíduos em uma única amostra (doador e receptor), indicando que o teste deve ser repetido com nova coleta. Caso uma das partes suspeite que alguma destas duas situações possa estar ocorrendo, basta solicitar que na coleta, além do sangue, seja também coletada amostra de saliva que contêm o DNA “original” da pessoa. Como última alternativa, caso esta suspeita seja posterior à coleta, basta solicitar uma contraprova com este tipo de material.

No entanto, é importante ressaltar que tais situações nunca vão gerar um resultado final errado, mas sim a necessidade de uma nova coleta do material biológico para novo exame.

Acesse nosso site para realizar seu exame de DNA.

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O e-DNA pode falsificar um exame de DNA?

Não. Em hipótese alguma o e-DNA passará uma informação falsa a seus clientes. Somos o primeiro laboratório online do Brasil, por isso temos o comprometimento social, a seriedade, a ética profissional de colocar a importância do exame na vida das pessoas em primeiro plano.

Utilizamos a técnica de PCR em nossos exames, amplificando locos de microssatélites (STRs). E equipamentos automáticos identificam os marcadores genéticos, possibilitando um resultado com quase 100% de certeza.

Sabemos que o resultado de um exame de qualquer natureza, seja ele positivo ou negativo, pode transformar a vida de muitas pessoas. Portanto, oferecemos um serviço de qualidade para que nossos clientes fiquem 100% satisfeitos, assim como o resultado dos seus exames.

Acesse nosso site para realizar o seu exame de DNA, hepatite ou HIV/Aids e tenha a certeza que estará contratando uma empresa que preza pelo comprometimento e ética nos serviços prestados à sociedade.

Homem com HIV pode ter filhos?

Sim. O vírus do HIV não impede que a pessoa infectada, seja homem ou mulher, tenha filhos. Hoje, existem vários estudos e tratamentos para que a mãe e a criança não sejam infectadas pelo vírus.

Uma das alternativas é a “lavagem” do esperma dos homens infectados com o HIV. Claro que o sêmen “não lavado” pode transmitir o HIV para a mulher ou o bebê, mas os cientistas acreditam que o procedimento está ficando cada vez mais eficaz. A lavagem do sêmen do homem diminui o risco de transmissão o suficiente para casais que realmente querem ter filhos.

Saiba mais sobre a lavagem de sêmen clicando aqui.

Conheça os serviços oferecidos pelo e-DNA.

A mãe não precisa participar de um exame de DNA?

Falso.  Se ela já tiver falecido, o exame pode ser feito, mas é mais caro e difícil. Se a mãe ainda estiver viva, o ideal é incluí-la também no exame. Metade do DNA vem da mãe e a outra metade do pai biológico. O teste sem a mãe, na falta de 50% das informações herdadas dela, que são muito importantes, terá de ser compensado com o estudo de um número muito maior de locos (regiões) do DNA só do suposto pai e do filho.  Cálculos matemáticos e estatísticos mais complexos serão necessários. Caso haja um parentesco entre a mãe que não será testada e o suposto pai ou se houver dúvida entre dois possíveis pais, parentes entre si (irmãos, meio-irmãos, primos, pai e filho, avô e neto, tio e sobrinho) a análise é mais complexa ainda.

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Tem alguma dúvida? Entre em nosso Formspring e deixe sua pergunta.

Talvez sua dúvida já foi respondida em nosso Formspring

Diariamente recebemos em nosso Formspring – canal de comunicação usado pelo e-DNA para responder as perguntas dos internautas – muitas dúvidas sobre exames de DNA, testes de hepatite B e C e exames de HIV/Aids. O objetivo da página é poder sanar todas as dúvidas de nossos leitores com o máximo de clareza e o mais rápido possível. No entanto, às vezes não é possível responder todas em um único dia.

Para agilizar este processo, sugerimos que, antes de fazer uma pergunta, consulte nosso histórico de respostas. Talvez sua dúvida possa ter sido respondida.

Entre agora em nosso Formspring e veja se sua dúvida já foi esclarecida.

Como analisar exames de Hepatite B e Hepatite C

O uso de marcadores sorológicos, em exames laboratoriais possibilita a detecção das hepatites A, B e C  no soro (parte líquida do sangue) de pacientes infectados. Antígenos (uma bactéria, por exemplo, ou o vírus no caso da hepatite) e anticorpos  (proteína produzida pelo sistema imune quando organismo e atacado por algum antígeno) são específicos de cada vírus detectáveis no soro.

Agora você irá conhecer os principais marcadores (exames) para detectar a doença.

Para o Vírus da Hepatite B (HBV):

·    HBsAg – Detecta antígenos de superfície do vírus da hepatite B
·    Anti-HBs – Detecta anticorpo contra o antígeno de superfície do vírus da hepatite B
·    Anti-HBc IgM – Detecta anticorpo IgM contra o antígeno CORE do vírus da hepatite B
·    Anti-HBc – Detecta anticorpo total (IgG + IgM) contra o antígeno CORE do vírus da hepatite B
·    HBe Ag – Detecta antígeno “e” do vírus da hepatite B
·    Anti-HBe – Detecta anticorpo contra o antígeno “e” do vírus da hepatite B

Para o vírus da Hepatite C (HCV):

·    Anti-VHC – Detecta anticorpo contra o vírus da hepatite C

Identificação laboratorial da hepatite B, curso sorológico típico

Os marcadores sorológicos da hepatite B surgem em vários momentos da infecção. O HBsAg e o anti-HBc IgM são característicos de infecção aguda e o HBeAg, anti-HBc IgG, anti-HBe e o anti-HBs informam sobre a evolução clínica da doença.

HBsAg apresenta positivo antes mesmo dos sintomas, é o primeiro marcador que aparece, coincidindo com os sintomas quando atinge concentração máxima.

O HBeAg surge no início da infecção, pois detecta o antígeno propriamente dito, permanece por várias semanas e é muito importante para caracterizar a multiplicação viral, consequentemente este paciente poderia transmitir o vírus a outras pessoas nesta fase.

O Anti-HBc IgM, como já disse, aparece na fase aguda, podendo continuar positivo por até oito meses após o início da infecção.

O Anti HBc IgG  vai substituindo gradativamente o anti-HBc IgM e na maioria das vezes persiste por toda vida, útil para indicar que em algum momento da vida esta pessoa foi infectada pelo vírus da hepatite B.

O anti-HBc Total (IgG+IgM) exame que define a etiologia da doença, aparece positivo na fase entre o desaparecimento dos antígenos e o aparecimento dos anticorpos.

O anti-HBe pode apresentar positivo após o desaparecimento do HBeAg, indicando portanto redução da multiplicação viral e provável evolução para a cura da doença.

O Anti HBs surge depois do desaparecimento do HBsAg e indica imunidade em relação à infecção pelo vírus ou então pela vacina tomada.

Em cerca de 5% a 10% dos casos de infecção pelo vírus da hepatite B não ocorre formação de imunidade, fica configurado que ocorreu uma evolução para forma crônica da doença.

No caso da hepatite B, a dúvida que sempre ocorre é a questão do Anti-HBs positivo. O que significa? Confirma que estou com a doença?     Neste caso, Anti-HBs indica imunidade, por ter tido a doença ou por ter sido vacinado contra a hepatite B.

Em casos que a hepatite B evolui para a forma crônica, como os exames aparecem? sorologicamente, como podemos identificar?

A permanência do HBsAg por mais de 6 meses caracteriza a forma crônica da hepatite B, ele está sempre presente quando pesquisado em casos de cronicidade.

Eventualmente é possível detectar em infecção crônica o HBeAg indicando uma forma mais grave da infecção, e a presença do Anti-HBe indicando um estágio com reduzida multiplicação viral.

Identificação laboratorial da hepatite C

O anti-VHC é encontrado tardiamente, por volta de três meses após a infecção, antes deste período só é possível identificar a infecção pelo RNA por métodos de biologia molecular.

Acesse o site do e-DNA para realizar ser exame de hepatite b ou hepatite c.