Tire suas dúvidas sobre os tipos sanguineos e suas combinações

Neste artigo abordamos as tipagens sanguíneas. Temos percebido a carência de informações dos leitores a respeito deste assunto, gerando por consequência muitas perguntas. Deste modo, respondemos a todas as dúvidas, para que os leitores que ainda tenham dúvida possam saná-las. A seguir mostramos apenas as combinações possíveis e impossíveis de acontecer.

IMPORTANTE:
As informações presentes aqui são apenas indicadores. A confirmação plena se da por meio de um teste de paternidade ou maternidade por comparação de DNA, tanto pela coleta de saliva como de sangue, que pode ser adquirido em nosso website www.e-dna.com.br, de forma totalmente segura, confiável e sigilosa.

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LISTA DE COMBINAÇÕES:

Mãe (A+) + Pai (A+) = Filho (O+)
POSSÍVEL. Pode ocorrer sim, desde que o pai e a mãe sejam heterozigotos (Aa), ou seja, os dois tenham o gen para O Rh positivo.

Mãe (O+) + Pai (O+) = Filho (A+)
IMPOSSÍVEL. O tipo sangüíneo do filho deve ser confirmado ou confirmar o de seus pais, pois a combinação de duas pessoas com o tipo sangüíneo O só pode resultar em indivíduos do tipo O.

Mãe (O+) + Pai (B+) = Filho (A+)
IMPOSSÍVEL. As possibilidades dessa combinação são filhos do tipo “B” ou “O” e “B” dependendo se a pessoa é homozigota ou heterozigota em relação ao tipo sanguineo “B”.

Mãe (A+) + Pai (B-) = Filho (O + / -)
POSSÍVEL. Em termos genéticos, tipo A e B, são de fato A e O e B e O, sendo que ao se formar os gametas (óvulo e espermatozóide) podem ocorrer o encontro de O e O e desse modo a criança terá o tipo O.

Mãe (A+) + Pai (O+) = Filho (B+)
IMPOSSÍVEL. Se a tipagem sanguínea estiver correta, as possibilidades é deste casal ter um filho do tipo A ou O.

Mãe (O+) + Pai (O+) = Filho (A+)
IMPOSSÍVEL. É necessária uma confirmação do tipo sanguíneo do casal e do filho, pois pais com sangue O só podem gerar filhos também O. Nestes casos A e B são impossíveis. No entanto, é importante alertar que podem acontecer erros na tipagem sangüínea.

Veja na tabela abaixo de fácil compreensão todas as combinações possíveis.

Site: www.e-dna.com.br

Tel.: 0800 039 6600

Paternidade

Investigação de Paternidade: Métodos e como funciona um exame de DNA?

As discussões sobre a questão da paternidade alcançam a casa de centenas de milhares em todo Brasil. Muitos supostos pais e supostos filhos, inseguros de suas situações parentais, recorrem a calculadoras de paternidade que através de cruzamentos de características físicas e principalmente de tipos sanguíneos (ABO-Rh) dos envolvidos, podem oferecer indícios sobre a relação biológica entre indivíduos. Porém, embora o ABO-Rh possa em alguns casos excluir a possibilidade de paternidade, não é possível comprovar uma paternidade através dessa simples análise. Por exemplo: Se os supostos pai e mãe possuem sangue dos tipos “O” e “B”, os filhos somente podem ter sangue também do tipo “O” ou “B”, porém, possuindo eles sangue do tipo “O” ou “B” não há nenhuma garantia de que sejam mesmo herdeiros biológicos dos supostos pai e mãe. Veja abaixo uma tabela apresentando os tipos sanguíneos possivelmente resultantes através do cruzamento do ABO dos pais.

tabela de ABO-Rh

De fato, a única forma certeira de se definir uma paternidade ou maternidade é através de exames de DNA, que proporcionam um nível de acerto de 99,99%. Mas antes de entender como é feita esta pesquisa, vamos entender do que se trata essa famosa sigla “DNA”.

Investigação de paternidade por DNA

Cadeia de DNADNA refere-se à ácido desoxirrobonucleico que são substâncias orgânicas presentes dentro e fora de nossas células que possuem a função de carregar todas as nossas características, coordenando o funcionamento e desenvolvimento de nosso organismo, além de transmitirem nossa herança genética aos nossos filhos. Nosso DNA é formado por metade da genética de nossa mãe e por metade dos genes de nosso pai. A não ser nos casos de gêmeos univitelinos, cada indivíduo possui seu próprio código genético, tornando-nos absolutamente únicos no mundo. Assim como cada pessoa possui uma exclusiva impressão digital, também possui uma exclusiva impressão genética.

A partir dessa explicação conceitual do DNA fica mais claro entender como é feita a pesquisa de DNA para investigação de paternidade: através de amostras sanguíneas, saliva ou pêlo, podem-se extrair cadeias de DNA de ambos os indivíduos, submetendo-as a equipamentos de alta tecnologia que, através de sondas especiais, decifram seus códigos genéticos. Por fim, através da leitura e cruzamento desses códigos, identifica-se a presença ou não de uma herança genética entre as duas amostras investigadas, confirmando-se com absoluta assertividade a existência ou não da paternidade.

Muitas pessoas inseguras ou ansiosas pela verdade sobre suas relações biológicas com pais ou filhos, tem buscado serviços laboratoriais que executem a investigação de paternidade por DNA. O e-DNA, serviço oferecido pelo Laboratório Tommasi oferece tal serviço com sigilo absoluto, com toda compra feita pela internet, enviando os kits para auto coleta das amostras em casa. Após reenviados das amostras para o laboratório via correios, executa todos os procedimentos laboratoriais de analise e investigação da paternidade ou maternidade, disponibilizando o resultado online.

www.e-dna.com.br

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Exame de DNA pela saliva é confiável?

Sim. A saliva pode ser utilizada como fonte eficiente de DNA para técnicas de identificação de paternidade, tendo a mesma eficiência de um teste com amostras de sangue. Esse material pode ser coletado de maneira indolor e não invasiva e utilizado mesmo quando armazenado por um determinado período.

O processo é simples, basta acessar nossa página, adquirir o teste de sua preferência ( Paternidade ou Maternidade). Em seguida nossa equipe envia os kits para o endereço que você informar. Você recebe os kits, faz a coleta (saliva ou sangue) em seguida devolve ao Laboratório. Assim que recebermos as amostras iniciamos o exame.

O resultado é liberado para você no 5º dia útil após o recebimento.
Para ter acesso ao seu resultado, basta entrar no site e informar seu login e senha.

O e-DNA tem um compromisso com a privacidade de seus clientes, mantendo todas as informações em sigilo.

Saiba mais acessando: www.e-dna.com.br

 

Teste de DNA – Outras informações

O teste de DNA tem como um dos seus objetivos identificar a paternidade. Tal exame, é considerado o teste mais avançado do século. Através deste, as dúvidas sobre paternidades atingiram níveis mais baixos. Várias estatísticas revelam que cerca de 30% das crianças nascidas no Brasil, não tem pais declarados e isso pode gerar sérios problemas emocionais, econômicos e sociais. O material genético que compõe os genes (DNA) armazena e passa as principais características hereditárias de pais para filhos.

Dos 46 cromossomos, a metade destes cromossomos de todos os seres humanos  é da mãe e a outra metade do pai. Cada um dos cromossomos são compostos por várias moléculas de DNA. Tais moléculas ficam são sequencialmente únicas para cada indivíduo e, ainda, arrumados em pares.

A sequência com hipervariação é localizada em um cromossomo chamado Loco. Cada um dos “locos” contém um formato diferente que é denominado “Alelos”. É através da análise destes alelos que temos a possibilidade de identificar e determinar o vínculo genético. O exame de DNA, em suma, serve para observar e comparar o DNA dos locos, da criança e do suposto pai/mãe.

No momento em que os alelos de ambas as pessoas estão compartilhados a chance de paternidade tende a ser maior. Entretanto, quando os alelos não estão compartilhados, pode descartar a suspeita de paternidade, pois os alelos do filho que não estão presentes na mãe, conseqüentemente devem estar no pai biológico da criança.

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Exame de HIV – Saiba mais

Já conhecemos que, segundo a Portaria 151, exames de HIV poderão ser colhidos em papel filtro e enviados por correio. O que iremos saber mais, será sobre o tempo que se deve esperar para poder fazer o exame de HIV após uma relação sexual ou situação de risco e sobre a janela imunológica.

O período em que o resultado dos exames que pesquisam o vírus HIV (no caso, a pesquisa é por anticorpos contra o vírus) podem não ser positivos mesmo na presença do vírus é denominada janela imunológica. Neste período não existem anticorpos para que o exame de HIV possa detectar. O espaço de tempo entre a infecção pelo vírus HIV e a detecção dos anticorpos no soro do paciente podem variar para cada indivíduo. Há casos do vírus se manifestar após vários anos, onde surge a Síndrome (AIDS), propriamente dita.

Para a detecção de anticorpos, ou seja, a janela imunológica, o tempo total é a soma do “período de eclipse” (sete dias) e do período de detecção de anticorpos anti-HIV da classe IgM (22 dias). Resumindo, uma média de 29 dias, já que 90% das infecções são detectadas nesse período.

Caso um teste de HIV seja feito durante o período da chamada “janela imunológica“, existe uma grande possibilidade de sair um resultado “falso-negativo”, caso a pessoa esteja infectada pelo vírus. Deste modo, seria necessário realizar um novo teste em torno de dois meses, como “contra-prova”, pois como visto anteriormente em 29 dias 90% soroconvertem e com 45 dias 99,99% sofrem a viragem sorológica se a pessoa estiver realmente infectada.

O Ministério da Saúde aconselha que o teste anti-HIV seja realizado 60 dias depois de uma provável infecção ou situação de risco.

“Sou usuário de drogas e preciso fazer o Exame de DNA. Isso atrapalharia?”

A resposta a esta pergunta seria não.
Mesmo usando diversos tipos de psicotrópicos, tais substâncias não alteram a composição do DNA, o que não afetará em sua análise. Portanto, mesmo que esteja usando drogas ou já esteja em fase de desintoxicação, isso não afetará o resultado do Exame de DNA.

Você, ainda, poderá solicitar o material e realizar seu Teste de Paternidade (com o exame de DNA) totalmente em sigilo e com extrema facilidade.

Para mais informações, basta entrar no site do e-DNA.

Transfusão sanguínea altera o resultado de um exame de DNA?

Caso uma pessoa que deseja fazer um exame de DNA tenha realizado uma transfusão de sangue nos últimos 90 dias, esta precisa tomar alguns cuidados especiais. Tal situação sempre deve ser mencionada nas declarações padronizadas, que devem ser fornecidas pelo laboratório que fará a coleta, devendo ser preenchidas pelas partes neste ato. Porém, caso haja omissão desta informação, o exame de DNA detectará a presença do componente genético de dois indivíduos em uma única amostra (doador e receptor), indicando que o teste deve ser repetido com nova coleta. Caso uma das partes suspeite que alguma destas duas situações possa estar ocorrendo, basta solicitar que na coleta, além do sangue, seja também coletada amostra de saliva que contêm o DNA “original” da pessoa. Como última alternativa, caso esta suspeita seja posterior à coleta, basta solicitar uma contraprova com este tipo de material.

No entanto, é importante ressaltar que tais situações nunca vão gerar um resultado final errado, mas sim a necessidade de uma nova coleta do material biológico para novo exame.

Acesse nosso site para realizar seu exame de DNA.

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O e-DNA pode falsificar um exame de DNA?

Não. Em hipótese alguma o e-DNA passará uma informação falsa a seus clientes. Somos o primeiro laboratório online do Brasil, por isso temos o comprometimento social, a seriedade, a ética profissional de colocar a importância do exame na vida das pessoas em primeiro plano.

Utilizamos a técnica de PCR em nossos exames, amplificando locos de microssatélites (STRs). E equipamentos automáticos identificam os marcadores genéticos, possibilitando um resultado com quase 100% de certeza.

Sabemos que o resultado de um exame de qualquer natureza, seja ele positivo ou negativo, pode transformar a vida de muitas pessoas. Portanto, oferecemos um serviço de qualidade para que nossos clientes fiquem 100% satisfeitos, assim como o resultado dos seus exames.

Acesse nosso site para realizar o seu exame de DNA, hepatite ou HIV/Aids e tenha a certeza que estará contratando uma empresa que preza pelo comprometimento e ética nos serviços prestados à sociedade.

Homem com HIV pode ter filhos?

Sim. O vírus do HIV não impede que a pessoa infectada, seja homem ou mulher, tenha filhos. Hoje, existem vários estudos e tratamentos para que a mãe e a criança não sejam infectadas pelo vírus.

Uma das alternativas é a “lavagem” do esperma dos homens infectados com o HIV. Claro que o sêmen “não lavado” pode transmitir o HIV para a mulher ou o bebê, mas os cientistas acreditam que o procedimento está ficando cada vez mais eficaz. A lavagem do sêmen do homem diminui o risco de transmissão o suficiente para casais que realmente querem ter filhos.

Saiba mais sobre a lavagem de sêmen clicando aqui.

Conheça os serviços oferecidos pelo e-DNA.

A mãe não precisa participar de um exame de DNA?

Falso.  Se ela já tiver falecido, o exame pode ser feito, mas é mais caro e difícil. Se a mãe ainda estiver viva, o ideal é incluí-la também no exame. Metade do DNA vem da mãe e a outra metade do pai biológico. O teste sem a mãe, na falta de 50% das informações herdadas dela, que são muito importantes, terá de ser compensado com o estudo de um número muito maior de locos (regiões) do DNA só do suposto pai e do filho.  Cálculos matemáticos e estatísticos mais complexos serão necessários. Caso haja um parentesco entre a mãe que não será testada e o suposto pai ou se houver dúvida entre dois possíveis pais, parentes entre si (irmãos, meio-irmãos, primos, pai e filho, avô e neto, tio e sobrinho) a análise é mais complexa ainda.

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